O CHEIO DA MADEIRA MORTA . THE FULLNESS OF DEAD WOOD (2022)

< COMBUSTÍVEL SÉRIE  FUEL SERIE

Imagens / Images: O cheio da madeira morta em Brutas Dramáticas © Patricia Roberts | Translúcida /Bruta.

[PT]
“Uma cidade é uma ruína florestal.”
Ailton Krenak

“Saio da fábrica e a fábrica não sai de mim.
Se uma cidade foi feita sob as ruínas de uma floresta, como pode uma madeira me soprar respostas?  madeiras e metal que presas sobre meu corpo me contam com sussurros o que aconteceu e o que acontecerá nesse tempo que insisto em permanecer.
Saio da fábrica e a fábrica não sai de mim porque ainda vejo em mim + ao meu redor a sede ardente que transforma vida em carvão, combustível esse que (constrói) outras realidades ao meu redor.”

O cheio da madeira morta é uma conversa com as memórias desse combustivel.
Em O cheio da madeira morta uma mulher joga com dispositivos de madeira e parafusos que se convertem em prolongamentos de seu corpo. Este jogo oferece a ela um risco de auto-golpe com as “madeiras mortas”. Nessa operação existe uma perna-triângulo que amplia/desafia seu estado de segurança física sob o território que ela habita. na escuta do som estes dispositivos vão se transmutando e desta transmutação nasce sua nova forma (escultórica) que fica habitando o espaço.

[EN]
“A city is a forest ruin.”
Ailton Krenak

“I leave the factory and the factory does not leave me. If a city was made under the ruins of a forest, how can wood blow me answers? woods and metal that fastened over my body tell me in whispers what happened and what will happen in that time that I insist on staying.
I leave the factory and the factory does not leave me because I still see in myself + around me the burning thirst that transforms life into coal, fuel that (builds) other realities around me.”

The fullness of dead wood is a conversation with the memories of that fuel. In The Fullness of Dead Wood a woman plays with wooden devices and screws that become extensions of her body. This game offers her a self-hit risk with the “dead woods”. In this operation, there is a triangle leg that expands/challenges its state of physical security in the territory it inhabits. listening to the sound, these devices are transmuted and from this transmutation their new form (sculptural) is born, which inhabits the space.


CRÉDITOS:
Carolina Sudati a.k.a. Translúcida /Bruta
[Concepção Geral e Performance]
Artistas Associados:
Leo Ceolin [Interlocução Conceitual Envolvendo Materialidade, Espacialidade & Dispositivos]
Mayra Azzi [Video]
Colaborações: Leticia Sekito [Colaboração Conceitual-Cênica) . Leandro Brou [Intervenção Sonora Demonstração #1]

Incorporado ao jogo Bruto Drama com e de Nadia Schurkim, Bruno Cardoso, Huguito Alabi e Victor Isidro (Vicc).
Pats Roberts [fotografias]

Desenvolvido entre os Laboratórios Dispositivos & Corpo  do Base Aberta 2021 (Galpão Base) e Dança Com Vestíveis Brutos (Oficina Cultural Oswald De Andrade)

/ histórico

2022

O CHEIO DA MADEIRA MORTA (performance) #demo 5

Expo, Oficina Lab, São Paulo/SP

2022

O CHEIO DA MADEIRA MORTA (performance) #demo 4

Festival Zingara Colaborativa, Piracaia/SP

2022

O cheio da madeira morta em BRUTO DRAMA (laboratório e compartihamento do processo) #demo2 e #demo3

Oficina Cultural Oswald de Andrade, São Paulo/SP

2021

Experiência: O CHEIO DA MADEIRA MORTA (performance instalação / compartilhamento de processo) #demo 1

BASE Aberta 2021 / Galpão BASE, São Paulo/SP